Do G1, em São Paulo
O epidemiologista Kevin de Cock, chefe do departamento de combate à Aids da Organização Mundial da Saúde (OMS), voltou atrás em declarações que havia dado recentemente e reafirmou o perigo da Aids no mundo. Em entrevista concedida ao jornal britânico "The Independent", De Cock havia dito que não havia mais risco de uma epidemia de HIV entre a população heterossexual fora da África.
Segundo De Cock, embora a África ao sul do Saara continuasse a ser afetada fortemente pela doença incurável em quase todos os grupos populacionais, fora do continente a situação teria se estabilizado em torno de alguns grupos de risco, como homens que fazem sexo com outros homens, usuários de drogas injetáveis, profissionais do sexo e seus clientes.
No entanto, diante de reações iradas dos governos e ONGs que lutam pela prevenção da doença no mundo, De Cock emitiu uma nota oficial dizendo que teria havido erro na matéria do "Independent", o que o jornal britânico nega. Na nota, o epidemiologista diz que, só neste ano, 2,5 milhões de pessoas vão ser contaminadas com o vírus HIV, e outras 2,1 milhões vão morrer de Aids.
Ele também reafirmou que a transmissão da doença em relações heterossexuais ainda é muito comum e disse que minimizar o perigo da Aids é "irresponsável e enganoso".
Segundo De Cock, embora a África ao sul do Saara continuasse a ser afetada fortemente pela doença incurável em quase todos os grupos populacionais, fora do continente a situação teria se estabilizado em torno de alguns grupos de risco, como homens que fazem sexo com outros homens, usuários de drogas injetáveis, profissionais do sexo e seus clientes.
No entanto, diante de reações iradas dos governos e ONGs que lutam pela prevenção da doença no mundo, De Cock emitiu uma nota oficial dizendo que teria havido erro na matéria do "Independent", o que o jornal britânico nega. Na nota, o epidemiologista diz que, só neste ano, 2,5 milhões de pessoas vão ser contaminadas com o vírus HIV, e outras 2,1 milhões vão morrer de Aids.
Ele também reafirmou que a transmissão da doença em relações heterossexuais ainda é muito comum e disse que minimizar o perigo da Aids é "irresponsável e enganoso".
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