terça-feira, 29 de julho de 2008




Uma conquista é um marca na vida de um técnico de segurança do Trabalho. Principalmente quando esta conquista é nova, inovadora e super prevencionista. Junto com a direção da empresa que atualmente trabalho, consegui instala um lava-olhos de emergência em um viveiro. Este serve de auxílio para os trabalhadores quando cai alguma partícula sólida nos olhos destes.
Como se conquista algo tão grandioso? Diálogo, persistência, pesquisa, amor a prevenção!
Ser técnico é prevenir.

sábado, 19 de julho de 2008

Acidente do Metrô era imprevisível, sustenta Via Amarela


O consórcio Via Amarela, responsável pelas obras da Estação Pinheiros do Metrô de São Paulo que desabaram em janeiro do ano passado - e deixou sete mortos -, divulgou relatório hoje sustentando que as causas do acidente eram imprevisíveis. O documento de mais de 800 páginas contesta onze afirmações consideradas "inconsistentes" do laudo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), encaminhado no mês passado ao Ministério Público (MP), que acompanha o caso.

Os especialistas contratados pelo consórcio, composto pelas construtoras Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez, atribuem o acidente a fatores geológicos "peculiares e inusitados", "somados à imprevisibilidade". Segundo o relatório, "o colapso repentino das estruturas reforça o caráter abrupto e imprevisível da ocorrência". Eles afirmam que o projeto da estação foi seguido e que alterações na forma de construir o túnel foram insignificantes.
No relatório, os técnicos negam que a colocação de 340 tirantes na véspera do acidente tenha sido feita por emergência ou contribuído para o desabamento. "Caso se verificasse emergência, as medidas claramente seriam outras", informam. Segundo eles, as perfurações para colocação dos tirantes têm 4,4 centímetros e não poderiam afetar as condições de suporte da obra.
O relatório descarta ainda falhas no plano de segurança da obra ou descuido nas detonações feitas no dia do acidente. De acordo com o consórcio, a situação foi monitorada duas vezes no dia. De manhã não houve registro de "anomalias graves". Já a segunda medição aconteceu pouco antes do acidente, mas seus resultados só foram conhecidos depois do desabamento, e, portanto, não poderiam ser usados como alerta, como sugeriu o IPT.
Eles contestam ainda a afirmação do IPT de que uma coluna de água acima do revestimento do túnel contribuiu para o acidente. Para o IPT a água precisaria ser drenada, mas, para o consórcio, a água exercia uma pressão "desprezível" sobre o túnel.
Solo
Para os técnicos, a presença de rochas duras sobre o centro do túnel e de rochas mais frágeis sobre as laterais prejudicou o processo de arqueamento do túnel, o que teria colaborado para o acidente. Segundo o relatório, em "condições normais", o túnel poderia sustentar a camada de solo acima dele.
A presença de dois minerais, a biotita, de fácil fragmentação, e a metabásica, frágil e mole, também teria contribuído para o desabamento. A existência desses materiais e a falta de arqueamento do maciço não constavam em nenhum estudo geológico. Segundo os técnicos, o consórcio fez 20 sondagens do terreno, mas não identificou os "fatores geológicos imprevisíveis".
Fonte: Yahoo! Notícias

Meu acidente? Imprevisível.

Os especialistas contratados pelo consórcio, composto pelas construtoras Odebrecht, Camargo Corrêa, OAS, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez, atribuem o acidente a fatores geológicos "peculiares e inusitados", "somados à imprevisibilidade". Segundo o relatório, "o colapso repentino das estruturas reforça o caráter abrupto e imprevisível da ocorrência".

Isso aí em cima poderá fazer parte de seu relatório sobre acidente, um dia... Pois, de tudo que já estudei esse é a melhor desculpa para um acidente. Imprevisibilidade.

Patrão: fulano, por que ocorreu esse acidente?
Ts: Pelos motivos de fatores (físicos, biológicos, químicos) somados à imprevisibilidade. O acontecimento repentino dele reforça o carácter abrupto e imprevisível da ocorrência.
Patrão: Tudo bem! Morreram só 5, por causa desse acidente, mas percebo que o imprevisivel não deixou-nos fazer a prevenção.

Imagine! Boa desculpa, né? Princinpalmente para técnicos msn-skypistas... é a melhor forma, e forma mais bonita, para tirar o corpo fora.

Não há um acidente que não posso ser evitado. Assim eu aprendi. Todos podem ser evitados, isso se chama prevenção. Prevenção? Capacidade de prever até mesmo o imprevisível.

Por exemplo: NR-18 nos diz que deve ser colocada em torno do prédio proteção contra quedas de materiais e de pessoas. Imprevisivel aí é a pessoa que poderá ser atingida e não o acidente, ou estou eu errado? (18.13)

Essa desculpa de imprevisibilidade não cola. Hoje exploramos o universo, vemos estrelas em super-novas, detectamos terremotos antes de acontcerm, até mesmo algumas erupções vulcânicas. Uma simples falha no solo, não? Geólogos respondam. Ou tudo será imprevisível.

Ps. tava adoentado esses tempos

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Acabe com o vício do 'ããããã', 'ééééé'

Reinaldo Polito

O gerente estava... ããããã... no escritório da empresa e... ããããã..., aí tocou o... ããããã... Se você já estava ficando irritado com o "ããããã" que usei só como exemplo, imagine como as pessoas se sentem diante de alguém que se expressa com esse tipo de vício o tempo todo. Por melhor e mais interessante que seja a mensagem, o excesso de "ããããã" se transforma num ruído tão avassalador que mata a concentração do interlocutor, mesmo que ele esteja muito interessado em acompanhar e prestar atenção no raciocínio.O "ããããã", "ééééé" e outros, que fazem parte da mesma família, se intrometem na comunicação por um motivo curioso: nosso pensamento trabalha a uma velocidade quatro vezes mais rápida que as palavras. Em vista desse fato, é comum sabermos o que vamos dizer, só que as palavras ainda não surgiram para identificar o que desejamos comunicar. Sem nos darmos conta, procuramos uma forma de nos livrar desse desconforto.Como conseqüência, enquanto procuramos as palavras damos uma espécie de aviso de que o pensamento está pronto e de que só falta externá-lo - aí é que entra o "ããããã". É como se disséssemos assim: "Eu sei o que quero dizer 'ééééé', 'ããããã'..." Um "ããããã" aqui, outro ali não comprometem a qualidade da comunicação.. Em determinadas circunstâncias podem até conferir certa naturalidade à maneira de falar. Entretanto, se participarem da fala com muita freqüência, podem tirar a concentração dos ouvintes.Para eliminar o vício do ããããã é importante que tenha consciência da presença dele na sua comunicação. Para isso, valem as mesmas sugestões que dei para acabar com o "né?". Para saber se está usando o "ããããã" com freqüência, faça uma auto-avaliação. Observe se ao conversar normalmente costuma preencher as pausas com esse vício..Outra maneira boa de saber se esse intruso está atrapalhando sua comunicação é pedir ajuda a um amigo ou a alguém da sua família. Provavelmente, como a pessoa está acostumada a ouvi-lo já dirá se você possui ou não o vício.Outra boa solução é gravar suas conversas mais íntimas, especialmente quando estiver falando ao telefone. Deixe o gravador ligado durante toda a conversa para que possa fazer uma boa avaliação. Talvez você fique até um pouco contrariado ao descobrir que usa tantos "ããããã'. Ficará mais irritado ainda ao perceber que usa o vício independentemente da sua vontade. Porém, depois de tomar consciência de que você possui o vício, aos poucos conseguirá afastá-lo.Tenha muita paciência, pois quanto mais você se pressionar para encontrar a palavra que irá vestir seu pensamento, mais tenderá a usar o "ããããã". Por isso, lembre-se sempre de que as palavras demoram um pouco mais para surgir, mas aparecem. Valerá a pena você se esforçar para ficar em silêncio enquanto aguarda a palavra que irá corporificar suas idéias. Esse momento de silêncio funcionará como uma pausa expressiva e poderá criar maior expectativa sobre o que pretende comunicar, ou ainda valorizar o que acabou de transmitir.Não seja negligente com esse aspecto tão relevante da comunicação. Dedique-se a eliminar esse vício que, de maneira geral, só atrapalha o resultado da mensagem. Tenha certeza de que assim se sairá melhor ao conversar com as pessoas ou quando tiver que falar em público.
SUPERDICAS DA SEMANA
Descubra se ao falar usa o "ããããã" com freqüência
Faça uma auto-avaliação, grave suas conversas ou peça a ajuda de um amigo
Procure ficar em silêncio durante as pausas, por mais desconfortável que seja
Se usar o "ããããã", não corrija na hora, procure só não usar de novo

domingo, 6 de julho de 2008

Cursos dos TS's

Como estão os cursos técnicos de preparação de Técnicos de Segurança do Trablho, seja particulae ou público? Muito responderam, pela enquante, que está péssimo.
Por que está péssimo? Qual a resposta? Quem avalia o desempenho? Por quê dizemos que tá ruim?
Eu não sei. O meu curso técnico em certo sentido foi bom. laro, eu tinha muita coisa para reclamar, eu achava que deveria ser assim... ser assado... faltava isso... aquilo... aquilo outro... e na verdade falata.
Quem cosidera a NR-31 nos curriculos destes cursos? No meu não teve. E a NR-10, no meu foi superficial. A 18... cansei de ler e reler... como a 04, 09, e a 15. Só são essas que importam? Não sei... É assim que deve ser? Também não sei.
Só sei de uma coisa. Sempre haverá gente reclamando...

acesse

Acidentes e doenças no trabalho matam mais de 57 mil pessoas por ano apenas no Brasil. Acidentes no lar matam muito mais. Ajude-nos a difundir a prevenção de acidentes visitando e divulgando www.conscienciaprevencionista.com.br

terça-feira, 1 de julho de 2008

TST fixa novo critério para adicional de insalubridade

O Tribunal Superior do Trabalho decidiu ontem (26), em sessão do Tribunal Pleno, dar nova redação à Súmula nº 228 para definir como base de cálculo para o adicional de insalubridade o salário básico, a partir da publicação da Súmula Vinculante nº 4 do Supremo Tribunal Federal, em 9 de maio. A alteração tornou-se necessária porque a Súmula Vinculante nº 4 do Supremo Tribunal Federal veda a utilização do salário mínimo como indexador de base de cálculo de vantagem de servidor público ou de empregado e torna, assim, inconstitucional o artigo nº 192 da CLT.

A redação anterior da Súmula nº 228 adotava o salário mínimo como base de cálculo, a não ser para categorias que, por força de lei, convenção coletiva ou sentença normativa, tivesse salário profissional ou piso normativo. Por maioria de votos, o TST adotou, por analogia, a base de cálculo assentada pela jurisprudência do Tribunal para o adicional de periculosidade, prevista na Súmula nº 191.

Na mesma sessão, o Pleno do TST cancelou a Súmula nº 17 e a Orientação Jurisprudencial nº 2 da SDI-1 e alterou a Orientação Jurisprudencial nº 47 da SDI-1 para adequá-la à nova redação da Súmula nº 228.

(Carmem Feijó)


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